[Resenha] Minha Vez de Brilhar

Minha Vez de Brilhar - Erin E. Moulton

Minha Vez de Brilhar - Erin E. Moulton
Sinopse - #irado - Novo Conceito - 2014 - 288 páginas


Indie Chickory tem uma lagosta de estimação, uma lagosta dourada de nome Monty. Um dia, Monty entra na mochila de Indie sem que a menina veja, ela só percebe quando já está na escola. Desesperada com a possibilidade de Monty passar mal, Indie foge na hora do recreio e vai até o mar molhar a lagosta, que se assusta com a sirene de um carro de polícia e perde uma pinça. Monty some no mar...
“Monty não é um crustáceo comum; é uma lagosta dourada. Papi diz que se encontra uma lagosta dourada a cada 30 milhões de lagostas capturadas.” - Indie
Nesse mesmo dia, Bibi, a irmã mais velha de Indie, descobre que foi selecionada para participar de uma peça de teatro e fica muito feliz. No dia seguinte, Indie vai ao teatro levar o almoço para sua irmã que está ensaiando. Ela se oferece para ajudar na oficina de cenários, pois acha que seus pais ficarão orgulhosos dela. Mas Bibi fica muito brava com a irmã, pois diz que ela só a faz passar vergonha e não quer Indie trabalhando na peça.

Indie não desiste da ideia, então Bibi decide fazer uma transformação na irmã: arruma seus cabelos e a obriga a usar roupas das quais não gosta. Indie não diz nada, pois deseja que a irmã goste dela. No meio de toda essa transformação, nas idas e vindas ao teatro, Indie conhece Owen, um menino nerd que torna-se seu melhor amigo e ajuda-a na procura por Monty.
“Sabe, minha tia Peg sempre diz que, para conseguir realizar algo, 20% é o que temos que fazer e 80% é o que temos que acreditar.” - Owen
“Minha Vez de Brilhar” é um livro incrível, a trama pode parecer meio bobinha e sem sentindo no começo, mas muita coisa que acontece no livro, acontece na vida real com as pessoas. É impossível não gostar dos personagens. Indie deseja ser uma Chickory melhor e acha que para isso é preciso mudar, Owen tem um plano de auto-melhoria e Bibi deseja a perfeição. Por outro lado, Sloth, a companheira de trabalho esquisita de Indie, diz que não importa o que os outros pensam da gente. O livro fala bastante disso, sobre querer ser uma pessoa melhor, sobre ser julgado pelos outros, sobre te acharem estranho e sobre querer agradar a todos, o livro passa uma bela lição no final.

A narrativa é em primeira pessoa feita por Indie, ela fala bastante da cidade onde mora (que é na beira do mar), das pessoas que conhece e da sua opinião sobre todas as coisas. Acompanhamos de perto a busca por Monty, a execução dos cenários e até mesmo seus erros e arrependimentos. O ritmo do livro é bem rápido e fluido.


A diagramação de todos os livros da #irado é linda, este não podia ser diferente, a capa dura é perfeita, o título possui letras brilhantes (holográficas), a fonte é grande, há um desenho decorando o começo dos capítulos e peixinhos acompanham a numeração das páginas, tudo muito fofo!


Amei este livro, ele fala de assuntos interessantes para crianças de até 12 anos e passa uma bonita lição de vida. Agora estou com vontade de ler “A Jornada”, o outro livro da autora publicado pela Novo Conceito em 2011.

Essa leitura foi uma cortesia da Editora Novo Conceito
Aguardamos seus comentários =)

Beijos brilhantes...

13 comentários

  1. Oi Samantha. Este livro eu ainda não li, mas parece uma história fofa e sensível. "A Jornada" eu já li, e eu gostei muito também. São história meio infantis, mas são cercadas de muito amor e ensinamentos de vida.
    Beijos

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  2. Sam adoro o jeito fofo e sensivel da Erin de contar uma história e deixar uma mensagem estou louca para ler!
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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  3. Não conhecia o livro e essa é a primeira resenha que leio. Gostei muito da capa e espero ter a oportunidade de ler o livro, pois me pareceu muito interessante.

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    1. Essa capa é maravilhosa, vale super a pena ler Maristela!

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  4. Samantha, querida, ainda me encanto com sua percepção madura das leituras que faz, ainda que sejam leituras para leitores mirins.
    Amei a reflexão que o livro traz sobre nossa necessidade de aceitação, de sermos queridos pelas pessoas e pela dureza que é o julgamento alheio...
    Bela dica, amei a diagramação e a capa dura.
    Beijo!

    Minhas novas resenhas, aprecio muito sua opinião:
    Ler para Divertir
    As Meninas que Leem Livros

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    1. Obrigada Manu! As reflexões dessa história são muito boas!

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  5. Nossa esse livro parece ser maravilhoso, estou doida pra ler, já foi pra minha lista de leitura.

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  6. Gosto de leituras leves assim depois de ler ao que consome tempo e paciência, sinto comos e fosse uma rehab literária, adorei a capa e achei mt fofa a resenha!

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  7. Além da fofura gratuita desse livro eu fiquei muito curiosa em saber se eles conseguem encontrar Monty... Só eu quis saber??/ Acho que a #irado, tem feito os leitores adultos vestirem sua capinha de imaginação de crianças e voltar a sorrir com histórias simples e bonitas, com o aprendizado de ser criança outra vez! Eu quero!!!

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  8. Nunca li nada da autora e também não me entusiasmei a ler esse...
    Não que o livro não seja bom - de modo algum -, só é uma leitura que não me interessa no momento :/
    Mas acho a capa linda, e pra quem gosta do gênero deve ser uma leitura bem agradável ^^

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  9. Oi Samantha, tudo bem? Este livro passa mensagens muito boas. Não é um tipo de livro que fica no topo da minha lista de leitura, a história não me chamou muito a atenção, achei comum ( tirando o fato da lagosta). Talvez essa impressão mude se eu lê- lo. De qualquer forma, como você disse que é um livro infantil, deve ser ótimo para dar de presente.
    Beijos

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  10. Sá,
    Esse é um daqueles livros que você olha e compra pela beleza da capa... e capa dura ainda... rs a #irado está arrasando mesmo!
    Realmente me pareceu uma história muito infantil mesmo, mas acho que a intenção é essa mesmo, pois o selo é mais infanto-juvenil, porém, ainda assim fiquei curiosa sobre a trama e vou dar sim uma chance a ele!
    Depois volto pra contar!
    Beijos
    Chrys Audi
    Blog Todas as coisas do meu mundo

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  11. Oi Samantha, um capricho a parte gráfica, gostei de ver. Não li A Jornada, mas ambos os livros me interessam pelo que já li sobre eles.
    Bjs, Rose.

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